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FORMALIZAÇÃO

Ecossistema de inovação de Londrina ganha CNPJ

Entes privados e públicos se unem para criar organização social que terá a meta de promover salto de qualidade no setor

OS pode ficar responsável pela gestão do Centro de Inovação de Londrina (Foto: Gilson Abreu/Agência Estadual de Notícias)

Nos próximos dias, a governança do ecossistema de inovação de Londrina vai ganhar um CNPJ. A Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil) está trabalhando na finalização do estatuto da organização social (OS) que será integrada por 11 instituições privadas e públicas. A expectativa é que, formalizado, o ecossistema ganhe mais dinamismo e possa obter financiamentos.

“Entendemos que estamos num momento em que tudo está fluindo de maneira positiva para a inovação em Londrina”, afirma o superintendente da Acil, Rodrigo Geara. De acordo com ele, o fortalecimento do ecossistema de inovação representa um novo ciclo econômico para a cidade e região.

“Eu gosto de olhar Londrina numa linha de tempo. Começamos com a cultura do café. Veio a geada negra e comprometeu tudo. Aí iniciamos um ciclo de serviços, que prevaleceu até hoje. Estamos entrando agora numa nova era de desenvolvimento econômico alicerçado na inovação”, destaca.

Outro integrante da OS será o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas (Sebrae). De acordo com o coordenador estadual para estratégia no desenvolvimento de ecossistema de inovação da instituição, Heverson Feliciano, Londrina tem um dos melhores ecossistemas do país e a formalização da governança vai representar um salto de qualidade para a inovação na cidade. A OS vem dar continuidade a um projeto iniciado em 2017 por várias instituições. “A gente contratou uma metodologia para fazer o planejamento do ecossistema”, conta.

O trabalho resultou na definição de cinco setores econômicos fundamentais para alavancar a inovação na cidade: saúde; agronegócio; tecnologia da informação e comunicação (TIC); eletrometalmecânico; e químico e materiais. E cada uma dessas áreas montou governanças próprias. Posteriormente, outros três setores – turismo, audiovisual e construção civil – também formaram governanças. Feliciano ressalta que a OS deverá tratar de “questões transversais” a todas as governanças setoriais.

Uma possibilidade que está sendo estudada é que a organização social fique responsável pela gestão do Centro de Inovação (também chamado de Tecnocentro), que está sendo implantado pela prefeitura no Parque Tecnológico Francisco Sciarra, na zona leste. Mas isso depende de um processo licitatório.

Bruno Ubiratan, presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), que também vai integrar a OS, diz que o centro vai abrigar startups e aceleradoras, entre outros atores do ecossistema de inovação. “A maior parte da obra já está pronta. Licitamos o ar condicionado e estamos em fase de abertura de envelopes. Depois, vamos licitar a mobília”, informa Ubiratan. A expectativa é que o Centro de Inovação seja inaugurado ainda neste ano.

Inicialmente, ao menos 11 instituições vão integrar a OS: Acil, Sebrae, Codel, Sociedade Rural do Paraná (SRP), Sindicato da Indústria Metalmecânica (Sindimetal), Sindicato da Construção Civil (Sinduscon), Sindicato do Comércio Varejista (Sincoval), Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina (Ceal) e TI Paraná.

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